Nesta segunda (12) aconteceu a primeira rodada do draft, e como de praxe no sistema de recrutamento do melhor beisebol do mundo, o draft é espalhado por três dias por causa da quantidade de rodadas — são 40 no total. Como analisamos os 30 melhores prospectos da classe, agora é hora de saber o que cada time fez no recrutamento.

Até agora, apenas as rodadas iniciais (1ª, 2ª e duas mini-rodadas compensatórias) foram processadas. Ou seja, as equipes escolheram cerca de três vezes.

Arizona Diamondbacks

Escolhas: Pavin Smith (1B), Drew Ellis (3B) e Daulton Varsho (C).

Destaque para Smith, que foi selecionado logo na escolha sete da primeira rodada. Uma excelente para os DBacks aqui, pois Smith estava cotado como um dos melhores jogadores disponíveis no draft e é reconhecido como um excelente primeira base com o bastão nas mãos. O que complica é o bloqueio de posição, pois ele atua na mesma posição de Paul Goldschmidt e não deve ficar muito tempo nas ligas menores. No entanto, os DBacks preferiram deixar essa dor de cabeça para depois.

A escolha de Ellis na segunda foi surpresa, pois os DBacks escolheram, na #44, um jogador que não estava listado entre os 150 melhores prospectos da classe. De qualquer maneira, dos três jogadores que a franquia pegou até agora, todos estão saindo da universidade. Mais uma vez reforçando o fato de que Arizona quer competir a curto prazo.

Nota das escolhas até agora: B+

Atlanta Braves

Escolhas: Kyle Wright (RHP) e Drew Waters (OF).

Os Braves são tarados com arremessadores, e a escolha aqui não poderia ter sido diferente. Wright sobrou na quinta pick do draft, um jogador de extremo que foi negado pelos quatro times anteriores aos Braves. Mais um prospecto elite aterrizando em Atlanta, e um jogador polido que não deve ficar mais do que um ano se desenvolvendo nas menores.

Já Drew Waters é diferente. Saindo do High School, é um jogador que deve ficar muito tempo se desenvolvimento até chegar ao Show. Para uma pick #41, os Braves conseguiram um talento muito bom. No total, eles pegaram dois jogadores que, teoricamente, saíram depois do esperado.

Nota das escolhas até agora: A

Baltimore Orioles

Escolhas: DL Hall (LHP), Adam Hall (SS) e Zac Lowter (LHP)

Curioso os Orioles escolherem um jogador com o primeiro nome “DL” logo na primeira rodada. E, mais curioso ainda, é um time famoso por destruir carreiras de jovens arremessadores escolher um jogador saindo do ensino médio para desenvolvê-lo. Hall não caiu no time certo, ainda tem 18 anos e vai demorar muito para chegar às Majors. Os Orioles poderiam ir de um arremessador universitário, ainda mais tendo em conta a falta de qualidade nessa rotação que já perdura há tempos. Alex Lange faria mais sentido nessa escolha #21.

Nas duas escolhas seguintes, outro jogador do ensino médio (Hall), que não era de longe o melhor jogador disponível no momento. Os Orioles não aprendem a lição.

Nota das escolhas até agora: C

Boston Red Sox

Escolhas: Tanner Houck (RHP) e Coleman Brannen (OF).

Uma boa escolha para os Red Sox. Por mais que Houck não seja um jogador que deve se tornar uma estrela, afinal, ele não aparenta ter potencial para tanto, é um atleta que deve se tornar um abridor consistente nas Majors. Lange era o melhor jogador disponível, mas Houck não decepciona.

Na segunda rodada, Brannen é um jogador de potencial, mas ainda cru que deve ficar bons anos nas ligas menores.

Nota das escolhas até agora: B

Chicago Cubs

Escolhas: Brandon Little (LHP), Alex Lange (RHP) e Cory Abbott (RHP).

Lembra quando os Cubs priorizavam praticamente os jogadores de ataque no draft? Então, esses tempos estão ficando para o passado e uma prova disso é o draft deste ano. Até agora, foram três arremessadores, e cada um com características diferentes. O primeiro, Little, é um jogador que por enquanto é abridor, mas tem tudo para tornar-se um reliever. Bola rápida e curva acima da média, não tem um terceiro arremesso, apresenta dificuldade de comandar os arremessos e consegue muitos strikeouts. Perfil ideal do relievr que os Cubs gostam.

Já Lange é um abridor em sua essência, e uma excelente escolha na pick #30. Provavelmente o abridor não deve ficar muito tempo nas ligas menores antes de ter a chance de jogar na MLB.

Nota das escolhas até agora: B

Chicago White Sox

Escolhas: Jake Burger (3B) e Gavin Sheets (1B).

Os White Sox precisavam de um rebatedor de qualidade neste draft, visto que Todd Frazier deve ser negociado e José Abreu é um candidato a sair por troca. E eles simplesmente acertaram em cheio selecionando Burger na pick #11. Um dos melhores rebatedores disponíveis no draft, é um jogador que deve fazer a diferente desde o primeiro dia com o bastão.

Outro rebatedor de bom ataque e saindo do beisebol universitário, Sheets é um jogador ofensivo de primeira base que mostra como os White Sox querem jogadores já polidos para o futuro a curto prazo.

Nota das escolhas até agora: A

Cincinnati Reds

Escolhas: Hunter Greene (RHP/SS), Jeter Downs (SS) e Stuart Fairchild (OF)

Eles não hesitaram quando Hunter Greene sobrou na segunda escolha do draft, o que é algo que faz muito sentido para um time em reconstrução que pensa a longo prazo. Greene é um arremessador/shortstop que em todas as listas estava listado como melhor prospecto da classe. Com ele no elenco, os Reds podem trabalhar o garoto sem pressa.

Os outros dois jogadores que os Reds escolheram também são dotados de talento, mas que precisam ser muito polidos. Destaque para Downs, pick #32. Mas o engraçado é que ele joga como SS, mesma posição do garoto prodígio da Califórnia. Será que Greene será arremessador em tempo integral com os Reds?

Nota das escolhas até agora: B+

Cleveland Indians

Escolhas: Quentin Holmes (OF) e Tyler Freeman (SS)

Os Indians estão muito bem abastecidos de talento para o presente, e por isso não se apressaram no draft. Escolheram dois jogadores saindo do ensino médio, que nasceram em 1999. Holmes era um talento que inexplicavelmente caiu muito no draft, e só foi selecionado na pick #64, de segunda rodada. Um excelente steal dos Indians, um outfielder que vai ser trabalhado pacientemente.

Nota das escolhas até agora: A

Colorado Rockies

Escolhas: Ryan Vilade (3B) e Tommy Doyle (RHP)

Os Rockies foram espertos para escolher um rebatedor que casa justamente com as características da equipe do Coors Field. Ryan Vilade é um rebatedor de muita potência no bastão, um jogador saindo do ensino médio que ganhou muitos prêmios. Um rebatedor nato na terceira base, deve ser movido a longo prazo, talvez até para a primeira base, mas os Rockies não estão preocupados com isso agora. O que importa é o talento no ataque do garoto de 17 anos.

Nota das escolhas até agora: A

Detroit Tigers

Escolhas: Alex Faedo (RHP) e Reynaldo Rivera (OF)

Uma excelente escolha que os Tigers fizeram no draft, finalmente. Faedo é um jogador já pronto, que sai da universidade de Florida com capacidade de jogar na Triple-A. Provavelmente vai estar pronto para as grandes ligas já no ano que vem, e para um time que vem com muitos problemas no fundo da rotação, isso é excelente. Acertaram na mosca aqui.

Nota das escolhas até agora: A+

Houston Astros

Escolhas: JB Bukauskas (RHP), Joe Perez (3B), Corbin Martin (RHP) e JJ Matijevic (2B)

Nenhum time valoriza o draft mais que os Astros, e mais uma vez eles acertaram em cheio com a tonelada de escolhas que tiveram. Ao todo, foram quatro picks até agora, o time que mais escolheu no draft. E sabendo que se trata de uma equipe com muito talento no presente, eles priorizaram o talento a longo prazo — nenhum jogador saindo do draft pronto para as Majors.

Bukauskas foi a escolha #15, o que faz muito sentido para os Astros. Um jogador que deve servir no fundo da rotação daqui a um ano, era também a posição mais carente do time texano neste recrutamento.

Nota das escolhas até agora: A

Kansas City Royals

Escolhas: Nick Pratto (1B), MJ Melendez (C) e Evan Steele (LHP)

Os Royals estão desesperados por talento ofensivo, e fez muito sentido escolher Pratto no meio da primeira rodada. Um dos melhores rebatedores do draft, o garoto sai do ensino médio com muita promessa ofensiva. É uma escolha que “denuncia” as prováveis saídas de Eric Hosmer ou Mike Moustakas, visto que Pratto não tem mobilidade para jogar além da primeira ou terceira base. Deve estar disponível no time principal para o fim da década.

Já Melendez é um escolha intrigante. Apesar de estar saindo do ensino médio, será que os Royals também estão com planos para trocar Salvador Perez?

Nota das escolhas até agora: B

Los Angeles Angels

Escolhas: Jo Adell (OF) e Cannin Griffing (RHP)

Canning foi um dos jogadores que mais caíram no draft. Um talento top 20, o arremessador só saiu na pick #47. Algo intrigante, e que certamente chama atenção para um jogador saindo do draft. Apesar da desconfiança da queda, não deixa de ser uma boa escolha tendo em conta o talento do garoto.

Já Adell é uma pick intrigante. Na escolha 10, os Angels tinham muito mais escolhas a curto prazo que não implicasse em selecionar um jogador com algumas dúvidas, saindo do ensino médio e ainda um caminho gigantesco até chegar às Majors. Para um time e categoria de base que necessita de talentos agora, Adell não é o melhor dos encaixes.

Nota das escolhas até agora: B

Los Angeles Dodgers

Escolhas: Jeren Kendall (OF) e Morgan Cooper (RHP)

Um jogador com contato no bastão abaixo da média, mas que tem força no braço e muito atleticismo, Kendall é um encaixe muito interessante no time dos Dodgers — que tem um OF indefinido para o futuro. Saindo de Vanderbilt, Kendall é um atleta no estilo Joc Pederson (mas sem tanta força) e que deve se adaptar bem em Chavez Ravine.

Já a pick de Cooper me intriga. Na #62, os Dodgers pegaram um jogador já pronto, perto de completar 23 anos e sem muito potencial. Para uma rotação extremamente profunda, não faz muito sentido pegar um atleta que não é conhecido pelo potencial, e sim pelo pragmatismo. Ainda mais com uma Tommy John no histórico.

Nota das escolhas até agora: B

Miami Marlins

Escolhas: Trevor Rogers (LHP), Brian Miller (OF) e Joseph Dunand (3B)

Uma das piores escolhas de primeira rodada, não faz muito sentido Miami ter escolhido Trevor Rogers logo na pick #13. Claro, o canhoto tem talento saindo do ensino médio, mas está longe de ser uma certeza a longo prazo e nem é um dos arremessadores de maior potencial da classe. Miami poderia ir de escolhas que fariam muito mais sentido aqui.

Além disso, as outras duas picks foram de jogadores que saíram bem antes do projetado. Um draft no mínimo estranho até agora para eles.

Nota das escolhas até agora: D

Milwaukee Brewers

Escolhas: Keston Hiura (2B/OF), Tristen Lutz (OF) e Caden Lemons (RHP).

Um draft muito bom dos Brewers até agora, e o principal se resume a escolha de Hiura. Apesar da pick ter sido alta, #9, é um encaixe simplesmente perfeito no Miller Park. Hiura traz um bastão muito acima da média, apesar da posição defensiva ainda indefinida, é um jogador que deve se destacar desde o primeiro dia no ataque.

Nas outras duas picks, eles priorizaram jogadores do ensino médio e com potencial, o que faz sentido para uma equipe em plena reconstrução.

Nota das escolhas até agora: A

Minnesota Twins

Escolhas: Royce Lewis (SS), Brent Rooker (OF) e Landon Leach (RHP).

O que os Twins fizeram neste draft? Lewis é um jogador, mas o encaixe e o talento não são justificáveis aqui. Vamos por parte:

  1. Minnesota já tem um prospecto de qualidade como SS (Nick Gordon)
  2. Se Lewis mover de posição, muito de seu valor como prospecto de jogador se perde
  3. Brendan McKay e Hunter Greene fariam mais sentido em termos de encaixe e talento
  4. Kyle Wright também teria mais sentido, ainda mais se tratando de um time sem profundidade na rotação.

Lewis não era nem o melhor shortstop da classe (posto dado a Greene). Ele tem talento para tornar-se um bom jogador, talvez até All-Star, mas com a primeira escolha, existiam melhores opções.

Já Rooker e Leach também são escolhas questionáveis. Ambos saíram muito antes do esperado (ainda mais Leach, que era um jogador quarta rodada). Um draft muito esquisito.

Nota das escolhas até agora: D-

New York Mets

Escolhas: David Peterson (LHP) e Mark Vientos (3B).

Peterson é um dos meus jogadores mais favoritos do draft, mas não faz muito sentido para os Mets escolher outro arremessador já pronto e talentoso numa rotação lotada de talentos. De qualquer maneira, o talento de Peterson fala por si só e ele ter sobrado na pick #20 é algo que os Mets viram uma chance que seria perdido caso não chamasse o nome do canhoto de Oregon.

Nota das escolhas até agora: B-

New York Yankees

Escolhas: Clarke Schmidt (RHP) e Matt Sauer (RHP).

Continuando na tendência de priorizar os arremessadores no draft, os Yankees foram com dois nas primeiras escolhas que tiveram. Atualmente se recuperando de uma lesão Tommy John, Schmidt é um bom jogador e, que se não fosse a contusão, provavelmente estaria mais cotado no draft. É um risco escolher jogadores se recuperando dessa contusão grave, mas os nova-iorquinos estão confiantes aqui.

Confesso que gostei mais da segunda escolha em Sauer. Um arremessador de muito talento saindo do ensino médio, e que foi escolhido na pick #54.

Nota das escolhas até agora: B

Oakland Athletics

Escolhas: Austin Beck (OF), Kevin Merrell (SS) e Greg Diechamnn (1B).

Quem viu Moneyball sabe que Billy Beane é averso a jogadores saindo do ensino médio para o draft. Mas isso não impediu os A’s de escolherem Austin Beck na sexta pick. Isso mostra como o outfielder é um jogador de extremo talento, e que fez Beane contornar suas crenças.

Além disso, a escolha em Diechamnn fez muito sentido. Um rebatedor de muito talento na primeira base, que se encaixa muito bem no estilo A’s. Interessantes escolhas até agora.

Nota das escolhas até agora: A

Philadelphia Phillies

Escolhas: Adam Haseley (OF) e Spencer Howard (RHP)

Um jogador que surpreendeu neste ano e cresceu demais, Haseley é um rebatedor nato de canto de outfield. Algo que faz muito sentido para os Phillies, que não tem nenhum jogador assim a longo prazo (além de Cornelius Randolph). Uma escolha boa demais na #8. Já a segunda, #45, em Spencer, é bem mais duvidosa.

Nota das escolhas até agora: B

Pittsburgh Pirates

Escolhas: Shane Baz (RHP), Steve Jennings (RHP), Cal Mitchell (OF) e Conner Uselton (OF)

Das quatro escolhas, os Pirates resolveram ir de quatro jogadores saindo do ensino médio. Isso pode ser um indicativo de como a equipe está preparada ao longo prazo, e talvez seja pistas de um futuro rebuild guardado na manga. A escolha mais alta, #12, fez total sentido. Shane Baz era cotado como terceiro melhor arremessador de ensino médio para o draft e tem muito potencial para se tornar um jogador rotação.

Entre as outras, Uselton pode ser considerado um steal por ter sido escolhido na pick #72 — estava projetado para ser top 50 no draft.

Nota das escolhas até agora: A

San Diego Padres

Escolhas: MacKenzie Gore (LHP), Luis Campusano (C) e Blake Hunt (C).

Os Padres visam o longo prazo como nenhum outro time na MLB, basta ver como eles amam trazer prospectos de 16 anos da América Latina e trocar veteranos por jogadores de 19 anos. Isso explica como, até agora, eles selecionaram três jogadores do ensino médio — incluindo a terceira pick geral do draft.

Gore é um jogador de talento, que foi praticamente perfeito no ensino médio. Mas não era o melhor arremessador no draft. Esse cargo era para Wright, que seria uma escolha mais sensata. Se fosse em outro time, essa escolhe teria menos sentido, mas se tratando de Padres e a filosofia a longo prazo, então Gore é uma pick justa.

Nota das escolhas até agora: B+

San Francisco Giants

Escolhas: Heliot Ramos (OF) e Jacob Gonzalez (3B).

Ramos é um prospecto de bom bastão que agora aparece como CF, mas dificilmente continuará na posição. Além disso, tem dificuldade em reconhecer arremessos e outras dúvidas secundárias. Para uma escolha de segunda rodada, devido ao potencial ofensivo, era algo que teria sentido para um jogador de 17 anos. No entanto, na #19 pick, foi um risco alto demais que os Giants.

Como se não bastasse a pick duvidosa de Ramos, os Giants, na pick #58, escolheram um jogador que estava listado como #125 em potencial da classe.

Nota das escolhas até agora: D-

Seattle Mariners

Escolhas: Evan White (1B) e Sam Carlson (RHP).

Um dos jogadores que mais caíram no draft, Sam Carlson é, sem dúvida, um prospecto top 25 no draft. Uma pick interessante dos Mariners que sobrou #55. Independente se ele assinar ou não (pode optar por universidade), já será uma escolha com muito sentido.

Já Evan White, bem mais cedo, na #17, é algo que bate com o talento do primeira base. Um jogador de muita qualidade e que logo deve estar no time principal, os Mariners acertaram em cheio.

Nota das escolhas até agora: A

Tampa Bay Rays

Escolhas: Brendan McKay (1B), Drew Rasmussen (RHP) e Mercado Michael (RHP).

Cotado para ser a primeira escolha do draft, os Rays ficaram com McKay na quarta pick, que é algo muito satisfatório para eles. Um jogador de muito talento também no montinho, tudo indica que ele será trabalhado como 1B em Tampa. Excelente prospecto para uma franquia que precisava de um jogador assim para o futuro.

Nota das escolhas até agora: A

Texas Rangers

Escolhas: Bubba Thompson (OF), Christopher Seise (SS) e Hans Crouse (RHP).

Três jogadores saindo do ensino médio, os Rangers estão projetando o futuro com os draftados até agora, mas são escolhas que fazem muito sentido para um time envelhecido e com muitos jogadores que já encaram a parte final da carreira. Para os Rangers, a pick mais satisfatória foi a de Crouse.

Considerado por muitos um prospecto top 40 do draft, o destro saiu apenas na pick #66. Pode ser um candidato a steal no recrutamento.

Nota das escolhas até agora: A-

Toronto Blue Jays

Escolhas: Logan Warmoth (SS), Nate Pearson (RHP) e Hagen Danner (C)

Em três escolhas, os Jays conseguiram pegar três jogadores top 40 no draft. Principalmente Warmoth, que foi a primeira pick na #2. Para um time que não tinha nenhuma escolha muito alta, até agora tem sido um recrutamento muito positivo para eles.

Pearson, #28, também vem para acrescentar muito na categoria de base da equipe e se tornar um prospecto top 5 dentro da organização.

Nota das escolhas até agora: A

Washington Nationals

Escolhas: Seth Romero (LHP) e Will Crowe (RHP)

Por mais que Romero seja um jogador de muito talento, ele é acima do peso e não é comprometido com o beisebol. Para uma escolha #25, talvez seja arriscado demais para um atleta com problemas fora do campo, mas não dá para culpar os Nationals por apostar no talento.

Já Crowe pode ser considerado um steal. Já perto dos 23 anos, o jogador deve se juntar ao time principal no ano que vem, se tudo ocorrer dentro do esperado para o abridor.

Nota das escolhas até agora: B


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About The Author

Editor-chefe da Casa do Beisebol, entre 2015-2017 ocupei a mesma função no Segunda Base, além de ter trabalhado como administrador e fundador do Spinball Net entre 2011 a 2016. Ainda com passagem pelo ExtraTime. Respiro beisebol 24 horas por dia, também sou tipster e apostador profissional no Quero Apostar.

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